Luciene... resposta a sua pergunta
"Já roubei o amor de tantas,
Que sintetizo da seguinte forma:
Me apaixonei pelas malvadas
E me arrastei pelas mais puras.
Ambas se apaixonaram por mim.
E a ambas magoei profundamente.
E no fim...
Pouco sobrou de nós três.
Pouco sobrou da pureza,
Pouco sobrou da maldade,
E pouco sobrou de mim.
Já entreguei meu amor
Num buquê de rosas,
Em duas rosas,
Em uma rosa.
Num vale... rosa.
Todas me sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Uma só rosa basta. E esqueça o vale.
Já ousei.
Ousei ousar.
Influenciei a ousadia.
Fui influenciado.
Pulei do alto de uma cachoeira.
Andei de bicicleta sem as mãos.
Andei de mãos dadas com a menina mais linda.
Todas me sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Apenas ouse. Esqueça a cachoeira. Dê as mãos. Não precisa ousar tanto.
Sá fui gordo.
Magro.
Forte.
Sarado.
Traçado.
Rasgado.
Sedentário.
Atleta.
Branco.
Bronzeado.
Só odeio duas coisas nesse mundo:
Gente interesseira e pobre.
Não sou preconceituoso.
Mas não tenho um pingo de sangue negro.
Negro é meu pai.
Respeitem meus cabelos, brancos.
Todas me sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Seja você mesmo. Mas não seja sempre o mesmo.
Fui músico.
Rockstar.
Decandente.
Guitarras e microfones.
Voz e violão.
Multidões.
Uma.
Gritei.
Sussurei.
Todas me sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Cante ao pé do ouvido. Mas cante pra ela. E não grite. Ela grita mais tarde.
Fui poeta.
Escrevi lixos,
sem rimas,
sem métrica,
Sem eira,
nem beira.
Puras besteiras.
Copiei Drumond.
Copiei Serenatas de Amor.
Sim... o bombom.
Todas sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Elas entendem, não importa o que diga. Só diga. E dê o bombom. Jamais fique com o bombom.
Já olhei com desejo,
Já desejei com o olhar.
Olhei torto. De ladinho.
Fulminei. Deflorei... só olhando.
Já comi com os olhos.
E admito... alguns olhos me comeram.
Mas nunca comeram meu olho. E que fique assim.
O que é do homem, o bicho não come.
Mas olha.
Todas sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Olhe com desejo. E proteja seu olho.
Já andei de ônibus.
Dirigi caminhão e kombi.
Andei de bicicleta em ribanceira.
Desci rampa de skate e me fudi.
Torci o pé andando de patins.
E entrei com o carro embaixo de um Truck.
Entrei de táxi num motel.
Entrei de carona num motel.
Entrei... andando... num motel.
Todas me sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Foda-se com que andas. Só não entre debaixo de um Truck.
Já fui nerd.
Já fui vagabundo.
Já fui um vagabundo nerd.
E um nerd vagabundo.
Já troquei de prova.
Já passei cola certa.
Já passei cola errada sem querer.
E de propósito também.
Já fui expulso de sala de aula.
Já fui monitor.
Já fui professor.
Já fui expulso enquanto monitor.
E expulsei muito enquanto professor.
Ganhei prêmios.
Mas queria as mulheres.
Todas sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Não se traça gostosas sendo um jovem nerd.
Menos mulheres interessantes sendo vagabundo.
Seja vagabundo e trace a gostosas enquanto jovem.
Vire nerd e trace as interessantes quando velho.
Fui surfista.
Vi cem vezes o nascer do Sol.
Vi cem vezes o nascer da Lua.
Dormi na areia.
Dormi no carro.
Tomei caixote, vaca, tombo.
Fui noob.
Curti Jack Johnson.
Rasguei o pé em pedras.
Quebrei prancha.
Queimei a pele.
Mas nunca peguei Maria Joana.
Todas sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Veja o por do sol... sem a Maria.
Fui ator.
Interpretei tanto,
que nem sei se sai da personagem.
As cortinas fecharam-se.
As luzes apagaram-se.
O teatro morreu.
A peça saiu de cartaz.
E com ela meu verdadeiro eu.
Fui escroto para as puras.
Fui puro para as escrotas.
E todas me sorriram da mesma forma.
Segue a dica:
Seja o mais puro escroto ou escrotamente puro.
Já fiz um cem número de outras coisas
Mas não há espaço pra tudo aqui.
Acho que no fim,
só fui feliz... e isso basta.
Pois todas sorriram da mesma forma."
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
...
"Em algum lugar, uma voz chama,
nas profundezas do meu coraçăo
Esteja sempre sonhando,
os sonhos que movem meu coraçăo
Tantas lágrimas de tristeza,
incontáveis por completo
Eu sei que, no outro lado delas,
eu te encontrarei
Toda vez que nós caímos no chăo,
nós olhamos para o céu azul acima
Nós acordamos para a sua imensidăo azul,
como se fosse pela primeira vez
Apesar da estrada ser longa e solitária
e o fim dela estar muito distante, longe de vista
Eu posso, com estes dois braços, abraçar a luz
Enquanto eu me despeço, meu coraçăo pára,
me sinto frágil
Meu corpo vazio e silencioso
começa e escutar o que é real
A maravilha de viver, a maravilha de morrer
O vento, a cidade, as flores,
todos nós dançamos em uniăo
Em algum lugar, uma voz chama,
nas profundezas do meu coraçăo
Continue sonhando seus sonhos,
nunca deixe ele eles partirem
Por que falar sobre todas as suas tristezas
ou sobre as dolorosas angústias da vida?
Ao invés disso, deixe os mesmos lábios cantarem
uma cançăo gentil para vocę
A voz murmurante, nós nunca queremos esquecer
em cada memória passageira sempre lá para te guiar
Quando um espelho se quebra,
peças fragmentadas espalhadas pelo chăo
Reflexos de uma nova vida, refletidos a toda volta
Janela de um começo, silęncio,
nova luz do amanhecer
Deixe meu corpo silencioso e vazio
ser preenchido e renascido
Năo precisa procurar lá fora,
nem navegar através dos mares
Porque brilha aqui dentro de mim,
está bem aqui dentro de mim
Eu encontrei a luz, está sempre comigo"
nas profundezas do meu coraçăo
Esteja sempre sonhando,
os sonhos que movem meu coraçăo
Tantas lágrimas de tristeza,
incontáveis por completo
Eu sei que, no outro lado delas,
eu te encontrarei
Toda vez que nós caímos no chăo,
nós olhamos para o céu azul acima
Nós acordamos para a sua imensidăo azul,
como se fosse pela primeira vez
Apesar da estrada ser longa e solitária
e o fim dela estar muito distante, longe de vista
Eu posso, com estes dois braços, abraçar a luz
Enquanto eu me despeço, meu coraçăo pára,
me sinto frágil
Meu corpo vazio e silencioso
começa e escutar o que é real
A maravilha de viver, a maravilha de morrer
O vento, a cidade, as flores,
todos nós dançamos em uniăo
Em algum lugar, uma voz chama,
nas profundezas do meu coraçăo
Continue sonhando seus sonhos,
nunca deixe ele eles partirem
Por que falar sobre todas as suas tristezas
ou sobre as dolorosas angústias da vida?
Ao invés disso, deixe os mesmos lábios cantarem
uma cançăo gentil para vocę
A voz murmurante, nós nunca queremos esquecer
em cada memória passageira sempre lá para te guiar
Quando um espelho se quebra,
peças fragmentadas espalhadas pelo chăo
Reflexos de uma nova vida, refletidos a toda volta
Janela de um começo, silęncio,
nova luz do amanhecer
Deixe meu corpo silencioso e vazio
ser preenchido e renascido
Năo precisa procurar lá fora,
nem navegar através dos mares
Porque brilha aqui dentro de mim,
está bem aqui dentro de mim
Eu encontrei a luz, está sempre comigo"
sábado, 5 de dezembro de 2009
Fim
O sol já não brilhava mais como antes.
Na verdade, já não havia mais sol.
A brisa gelada do inverno se espalhou,
Muito além do que somos capazes de aquiescer.
Numa tarde de domingo, ela subiu num ônibus.
Levou uma mala em umas das mãos,
E meu coração na outra.
Senti meu peito apertar,
Junto com minhas palavras mudas.
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
Lembro dela bater em minha porta,
Mas o amor ter ser perdido
pelo caminho de volta.
Abri minhas janelas à espera dela,
Para perceber que ela jamais passaria.
Não aquela menina.
A minha menina.
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
Suas cores se acizentaram,
e seu sorriso emudeceu.
Meus olhos verdes apagaram,
junto com o que restou de mim.
E é nesse momento que se diz:
"Então vai ser assim..."
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
E os olhares se separaram,
Os corpos se despediram,
E o coração despedaçou.
Os caminhos se afastaram,
A saudade se apagou,
Junto com as palavras,
Que foram ditas no passado.
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
Então o que um dia foi eterno,
Simplesmente acabou."
Na verdade, já não havia mais sol.
A brisa gelada do inverno se espalhou,
Muito além do que somos capazes de aquiescer.
Numa tarde de domingo, ela subiu num ônibus.
Levou uma mala em umas das mãos,
E meu coração na outra.
Senti meu peito apertar,
Junto com minhas palavras mudas.
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
Lembro dela bater em minha porta,
Mas o amor ter ser perdido
pelo caminho de volta.
Abri minhas janelas à espera dela,
Para perceber que ela jamais passaria.
Não aquela menina.
A minha menina.
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
Suas cores se acizentaram,
e seu sorriso emudeceu.
Meus olhos verdes apagaram,
junto com o que restou de mim.
E é nesse momento que se diz:
"Então vai ser assim..."
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
E os olhares se separaram,
Os corpos se despediram,
E o coração despedaçou.
Os caminhos se afastaram,
A saudade se apagou,
Junto com as palavras,
Que foram ditas no passado.
Jamais tive chance de mudar.
Pois sempre esteve decidido.
Então o que um dia foi eterno,
Simplesmente acabou."
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Ps
"Você entrou naquela sala de um modo sutil e sorriu.
Você e suas cores. Nunca vi alguém combinar tanto com tudo a sua volta.
Naquele momento eu me apaixonei por você.
E descobri que existem amores que ultrapassam os limites de uma só vida."
- Branco
Você e suas cores. Nunca vi alguém combinar tanto com tudo a sua volta.
Naquele momento eu me apaixonei por você.
E descobri que existem amores que ultrapassam os limites de uma só vida."
- Branco
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Flor de Lis

"Não perca o brilho dos olhos,
Pois ele me dá a direção,
Flor de Lis.
Em minha Rosa dos Ventos,
És meu norte.
És pétala.
Seja em Quebec ou Guadalupe,
Joana D'Arc.
Serei seu mosqueteiro mais fiel,
Athos, Porthos e Aramis.
D'Artagnan aos seus pés.
Todos os dias aguardo e,
te guardo, me guardo
Sorrindo.
Ah... teu sorriso.
Me enfeitiça tanto,
Que o quero só pra mim.
E mais ninguém.
Niguém, niguém.
Se pedir eu canto,
Se deixar eu te encanto.
Deixa. Peça.
Exija que eu te roube,
Traga ao meu jardim,
Flor de Lis.
Desenhe em minha pele,
Suas três pétalas doces,
E me abrace sem dizer nada.
No ápice da minha dor,
Flutue em meus braços,
E eu te carregarei,
Aonde você quiser ir.
Segure minha mão.
Feche seus belos olhos
E confie em mim.
Escute meu coração.
Ele sorri por você.
Seja minha flor maior,
Meu amor proibido,
Meu cheiro perdido.
Minha Flor de Eliz."
- Em formação, Branco Braga
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Ao Meu Redor
Um dias desses, mais precisamente numa quinta feira ou sexta feira, passei por sentimentos interessantes. Havia eu acabado de dar uma aula na turma de Construção Civil, por sinal, uma turma que adoro. Ao final da aula tivemos direito até mesmo a uma celebração de aniversário de uma aluna, com direito a bolos e parabéns.
Vinte minutos após a celebração eu colocava o pé na Rodoviária de vitória/ ES. Minha vida estava tão corrida que, em semanas, seria a única oportunidade de dar um alô a minha querida mãe, que vinha do Rio de Janeiro. Viagem de urgência, motivos infelizes. Cheguei cedo, algo em torno de 1h de antecedência. Tomei um suco e peguei um livro pra ler. Já se faziam alguns dias que não folheava qualquer literatura. O cansaço tomou conta e entre uma página e outra, eu sempre dava uma espiada (Pedro Bial) nas pessoas ao meu redor.
É engraçado como normalmente não ligamos a mínima para quem divide o mesmo espaço com a gente. São pessoas normais, assim como nós. Havia mães com filhos de colo, senhoras idosas, um rapaizinho com rastafári e acredite... um taco de golf. Havia três belas garotas com uniformes da VALE que, entre uma conversa e outra, pairavam os olhos em mim. Havia um senhor com chapéu de cowboy. Fiquei me perguntando o motivo das viagens dessas pessoas? Visitar um parente querido, uma formatura de um filho, casamento, trabalho. Mas os motivos que me flagrei imaginando foram dois em especial. O primeiro... de alguém ali que acabara de se separar de seu grande amor e estava voltando pra casa ou indo embora. O segundo seria de alguém indo se despedir de uma pessoa querida.
Há duas semanas, recebi a notícia da morte de minha avó. Havia acabado de dar aula pra essa mesma turma querida quando minha esposa me ligou pedido pra eu ir com urgência pra casa. Alguma coisa estava errada e, acreditem, imaginei na hora que o motivo era minha avó. Não fui ao Rio pro enterro de minha nona. Preferi guardar as lembranças dessa guerreira de modo diferente do que ela num caixão. Somente dois meses após sua morte a visitei. Beijei seu retrato e junto de minha mãe, chorei.
Há dois anos eu senti na pele o que é ver seu amor ir embora da sua vida. Ela subiu num ônibus de viagem com uma mala em uma das mãos e meu coração em outro. Eu permaneci sentado no meio fio meia hora depois que o ônibus havia partido, após todos meus argumentos terem se esgotado. Lembro de eu pegar meu celular e conversar com minha mãe. Lembro do amor ter subido naquele ônibus naquela tarde. E de nunca mais ter voltado.
Então, naquela quinta ou sexta feira, quem sabe... fiquei pensando quantas daquelas pessoas estavam ali por terem perdido alguém ou um amor.
Eu perdi os dois.
Vinte minutos após a celebração eu colocava o pé na Rodoviária de vitória/ ES. Minha vida estava tão corrida que, em semanas, seria a única oportunidade de dar um alô a minha querida mãe, que vinha do Rio de Janeiro. Viagem de urgência, motivos infelizes. Cheguei cedo, algo em torno de 1h de antecedência. Tomei um suco e peguei um livro pra ler. Já se faziam alguns dias que não folheava qualquer literatura. O cansaço tomou conta e entre uma página e outra, eu sempre dava uma espiada (Pedro Bial) nas pessoas ao meu redor.
É engraçado como normalmente não ligamos a mínima para quem divide o mesmo espaço com a gente. São pessoas normais, assim como nós. Havia mães com filhos de colo, senhoras idosas, um rapaizinho com rastafári e acredite... um taco de golf. Havia três belas garotas com uniformes da VALE que, entre uma conversa e outra, pairavam os olhos em mim. Havia um senhor com chapéu de cowboy. Fiquei me perguntando o motivo das viagens dessas pessoas? Visitar um parente querido, uma formatura de um filho, casamento, trabalho. Mas os motivos que me flagrei imaginando foram dois em especial. O primeiro... de alguém ali que acabara de se separar de seu grande amor e estava voltando pra casa ou indo embora. O segundo seria de alguém indo se despedir de uma pessoa querida.
Há duas semanas, recebi a notícia da morte de minha avó. Havia acabado de dar aula pra essa mesma turma querida quando minha esposa me ligou pedido pra eu ir com urgência pra casa. Alguma coisa estava errada e, acreditem, imaginei na hora que o motivo era minha avó. Não fui ao Rio pro enterro de minha nona. Preferi guardar as lembranças dessa guerreira de modo diferente do que ela num caixão. Somente dois meses após sua morte a visitei. Beijei seu retrato e junto de minha mãe, chorei.
Há dois anos eu senti na pele o que é ver seu amor ir embora da sua vida. Ela subiu num ônibus de viagem com uma mala em uma das mãos e meu coração em outro. Eu permaneci sentado no meio fio meia hora depois que o ônibus havia partido, após todos meus argumentos terem se esgotado. Lembro de eu pegar meu celular e conversar com minha mãe. Lembro do amor ter subido naquele ônibus naquela tarde. E de nunca mais ter voltado.
Então, naquela quinta ou sexta feira, quem sabe... fiquei pensando quantas daquelas pessoas estavam ali por terem perdido alguém ou um amor.
Eu perdi os dois.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
ಸುದದೆಸ್....
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A BELEZA
QUE A MÃE NATUREZA CRIOU,
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A PUREZA
QUE TODO MOLEQUE SONHOU
AI MEU DEUS, OLHA A BELEZA DAQUELA MENINA,
DANÇANDO DESCALÇA NA AREIA ELA NEM IMAGINA
QUE O TEMPO PAROU,
NAQUELE INSTANTE MEU PEITO APERTOU
E O MEU CORAÇÃO QUE ERA PEDRA NASCEU UMA FLOR
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A BELEZA
QUE A MÃE NATUREZA CRIOU,
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A PUREZA
QUE TODO MOLEQUE SONHOU
AI “DUSMEU” ELA GOSTA DE PRAIA QUE NEM EU,
CUIDA DOS BIXINHOS, VAI SER MÃE DE UM FILHO MEU
AI IOIO DEUS ABENÇOE O NOSSO AMOR,
O MEU CORAÇÃO QUE ERA PEDRA NASCEU UMA FLOR,
O MEU CORAÇÃO QUE ERA PEDRA NASCEU UMA FLOR.
QUANDO EU MENOS ESPERAVA ENCONTREI MEU AMOR
QUE A MÃE NATUREZA CRIOU,
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A PUREZA
QUE TODO MOLEQUE SONHOU
AI MEU DEUS, OLHA A BELEZA DAQUELA MENINA,
DANÇANDO DESCALÇA NA AREIA ELA NEM IMAGINA
QUE O TEMPO PAROU,
NAQUELE INSTANTE MEU PEITO APERTOU
E O MEU CORAÇÃO QUE ERA PEDRA NASCEU UMA FLOR
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A BELEZA
QUE A MÃE NATUREZA CRIOU,
Ó MÃE, Ó MÃE NATUREZA, ELA TEM A PUREZA
QUE TODO MOLEQUE SONHOU
AI “DUSMEU” ELA GOSTA DE PRAIA QUE NEM EU,
CUIDA DOS BIXINHOS, VAI SER MÃE DE UM FILHO MEU
AI IOIO DEUS ABENÇOE O NOSSO AMOR,
O MEU CORAÇÃO QUE ERA PEDRA NASCEU UMA FLOR,
O MEU CORAÇÃO QUE ERA PEDRA NASCEU UMA FLOR.
QUANDO EU MENOS ESPERAVA ENCONTREI MEU AMOR
Assinar:
Postagens (Atom)
